terça-feira, 29 de maio de 2012

Projeto (E- proinfo)


ESTADO DO MARANHÃO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
PORGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
TUTOR: DERENICE SÁ MENEZES MORAES


A UTILIZAÇÃO DO CELULAR EM SALA DE AULA COMO FERRAMENTA PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO:
Projeto “Curta Escola”


1      Identificação

ROSA RITA FREIRE LIRA
KÁTIA CILENE RIBEIRO CRUZ
Escola: UI RAIMUNDO LOPES
Série: 6ª e 7ª  séries – 80 alunos

2      Tema / Problemática

Utilização indevida de celulares em sala de aula e necessidade de agregar conhecimento de forma mais dinâmica e menos unidirecional.

3      Justificativa

Comumente  ouvem-se relatos de indisciplina nas escolas de todo o país. Cada vez mais os alunos apreendem diversas tecnologias que atrapalham sempre que são utilizadas indevidamente, como o próprio celular, e a fim de que essa ferramenta seja vista como uma possibilidade e não como um instrumento  perturbador da aula, esse projeto faz-se mais que necessário.

4      Objetivos

4.1.Objetivo geral:

 Utilizar celulares como instrumentos de aprendizagem

4.2.Objetivos específicos:   

Demonstrar aplicação educacional do celular;
Incentivar os alunos a melhor utilizar o celular;
Discutir assuntos em destaques por área de conhecimento;
Estimular o senso crítico dos alunos;
Criar documentários seguindo a temática definida utilizando celulares pessoais;

5      Conteúdos e Disciplinas Envolvidas

Português, Ética, História, Educação Física, Religião.

6      Materiais e Métodos

6.1.Apresentação do desafio: Projeto Curta Escola

Será feita a gravação, produção, direção, edição de Curtas metragens, entre 10 e 15 minutos, pelos alunos, da 6ª e 7ª séries, para tanto, deverão se dividir em grupos, por afinidade, cada um com uma das seguintes temáticas:

Igualdade Religiosa
Futebol x Violência
Trabalho Infantil
Racismo
Profissões
Noticias de jornais
Bullying

Cada grupo deve conter máximo de 8 membros, que devem dividir funções a serem desempenhadas, podendo haver mais de um aluno em cada função:

Diretor Geral
Diretor de Arte
Diretor de Filmagem
Diretor de Roteiro
Diretor de Elenco
Elenco

6.2.   Apoio Técnico

Será convidado um técnico de informação para assessorar os alunos na construção do material, construção final do Curta Escola, edição e formatação.

6.3.Tecnologias utilizadas

Celulares pessoais dos alunos, notebooks, internet, Pacote Office, editores de vídeo e imagens.

6.4.   Cronograma

Depois de definir funções e temas, é importante definir um calendário de apresentação de material, por sorteio, seguindo Tabela 1.

Tabela 1. Cronograma de apresentação da semana principal. São Luís, Maranhão, 2012.
TEMA
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
24/09
25/09
26/09
27/09
28/09
Igualdade Religiosa
X




Futebol x Violência
X




Trabalho Infantil

X



Racismo

X



Profissões


X


Noticias de jornais


X


Bullying



X

Igualdade Religiosa



X

DEBATE GERAL




X

O projeto deverá seguir o plano de execução conforme Tabela 2.






Tabela 2. Cronograma de execução. São Luís, Maranhão, 2012.
ATIVIDADES
MESES / 2012
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Pesquisa bibliográfica
X




Construção do projeto
X




Apresentação da proposta

X



Execução

X
X
X

Avaliação Parcial



X

Apoio técnico aos alunos



X

Apresentações e debate




X
Avaliação do projeto




X

7      Avaliação e Resultados esperados.

Espera-se idealizar com esse projeto um novo meio de aprendizagem e politização dos alunos, e como um simples celular pode contribuir com o acúmulo de conhecimento e informação.

8       Divulgação / Socialização do Projeto realizado (Poster, Painel, Blog, Evento)

Os Curtas apresentados serão anexados junto no blog da ESCOLA  no Youtube, a fim de serem socializados.

9      Referencial Teórico

Os celulares estão cada vez mais munidos de tecnologia, contando com câmeras, que filmam e fotografam, gravadores de áudio, calendários, comunicadores instantâneos, calculadores, permitem a criação de projetos e ações pedagógicas que não devem ser desvalidas (MACHADO, 2008).
É possível tornar este equipamento, sendo popular e acessível, num componente de trabalho educativo a partir da criação de projetos que o incluam como ferramenta de pesquisa e produção (MACHADO, 2008).
As possibilidades que os celulares acendem nas práticas educacionais ainda é um grande desafio para os professores e direção. Com o uso do aparelho celular, algumas práticas da cultura escolar se matem viva ou mais forte e outras passam a surgir e se incorporam às nossas identidades (MONTEIRO, [200?]).
Estas possibilidades são entrevistas, criação de banco de imagens, gravação de mini documentários, meio de comunicação entre alunos e destes com os professores, envio de mensagens sobre dúvidas e avaliações, usa de agendas para organização da vida escolar (MACHADO, 2008).
Esses aparelhos podem assumir outro papel quando deixamos de vê-los como algo banal e passarmos a vê-lo como parte do material escolar (Moran, 2001).
Em sala de aula, o toque de um celular, com a variedades de músicas e demais estilos pode atrapalhar o andamento das aulas. Assim, o exemplo começa com o professor e, depois, deve ser acertado com os alunos, seguido dos motivos que levam a escola a pedir a todos que deixem seus celulares desativados durante as atividades educacionais (MONTEIRO, [200?]).
Professora Silvana Leporace, sobre a experiência dos alunos no desenvolvimento de um documentário sobre Bullying:

“O trabalho foi bastante produtivo já que todos se empenharam e se conscientizaram. Fiquei surpresa com alguns argumentos de alunos que tinham opiniões muito maduras, criticando ações que já haviam visto” (CHAMARELLI, 2009).

Assim, nota-se que uma atividade inédita pode despertar a curiosidade dos alunos, e como eles podem nos surpreender.
















REFERÊNCIAS



Alunos desenvolvem trabalho que aborda o problema do bullying. Disponível em: http://migre.me/99SyT Acesso em: 15.05.2012.


Curta Metragem sobre violência | Escola Ariano Suassuna / Recife – PE. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=wN8416qMOjc Acesso em: 15.05.2012.


CHAMARELLI, R. Produção de curta-metragem seduz alunos indisciplinados. 2009. Disponível em: http://migre.me/99RMp. Acesso em: 15.05.2012.


Estudantes de Pernambuco criam vídeos documentários para refletir em sala de aula sobre o racismo. Disponível em: http://migre.me/99Sw1 Acesso em: 15.05.2012.


MONTEIRO, CF. Celular na sala de aula como alternativa pedagógica no cotidiano
das escolas. [200?]. Disponível em: http://migre.me/9be1s. Acesso em: 15.05.2012.v

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Atividade 3.2 TICs




Essa atividade foi realizada fora dos muros da escola, cuja meta era identificar, desejos e necessidades de aprendizagem. Teve a participação de toda equipe de professores, pais e claro os principais envolvidos, os 
ALUNOS.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

sábado, 28 de abril de 2012

domingo, 15 de abril de 2012

Ativ. módulo II - em dupla


PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO
CONTINUADA EM TECNOLOGIA EDUCACIONAL
TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC

Tutora: Derenice Sá Menezes Moraes

Turma: 21
Kátia Cilene Ribeiro
Rosa Rita Freire Lira

Planejando uma atividade com hipertexto

Disciplinas desenvolvidas: língua Portuguesa; Ética e cidadania.

Alvo: Alunos do ensino fundamental da UI Raimundo Lopes – Maracanã
Turma: 8º ano
Título: Estudo Errado – Gabriel o pensador

Habilidades e Competências: Ler e interpretar a letra da música; construir uma nova letra,   utilizando qualquer tipo de música; Conhecer e utilizar a internet como meio de inserção  do conhecimento; observar a diferença entre falar e escrever.

Ação concreta: Pesquisar a música e letra na internet; analisar a letra; cantar a música (original) em grupo; organizar-se em grupo para construção de uma nova letra; Cantar a letra criada em outros ritmos; Discussão com os alunos sobre a música “Estudo Errado”; pesquisar palavras desconhecidas  encontradas na letra; diferenciar textos de hipertextos; viajar de link em link; encontrar outras letras de musica através de hipertexto.

Recursos: computador da escola; internet; cópias; celulares; micro system; dicionários; hipertextos.
Avaliação: produção individual ou escrita; apresentação dos trabalhos e debates.

quinta-feira, 12 de abril de 2012


Estudo Errado

Gabriel Pensador

Estudo Errado - Gabriel O Pensador
Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero vídeo-game jogar botão, e, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada
Refrão
Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...
Juquinha você tá falando demais assim eu vou ter que lhe deixar sem recreio!
Mas é só a verdade professora!
Eu sei, mas colabora se não eu perco o meu emprego.

sábado, 31 de março de 2012

O que é hipertexto?

hipertexto

O hipertexto é uma forma híbrida, dinâmica e flexível de linguagem que
dialoga com outras interfaces semióticas; adiciona e acondiciona à sua superfície várias
formas de textualidade. Na leitura hipertextual, não há linearidade, o leitor tem ampla
liberdade de, a um clique, ir diretamente para a página ou local ou imagem ou som que quer
“ler”. Essa liberdade de escolha do leitor, porém, parece-me um tanto quanto idealizada,
pois quem decide o que colocar e como disponilizar através dos links são os autores dos
hipertextos. Além do mais, essa falta de linearidade na leitura do hipertexto pode perturbar
o leitor não acostumado a esse meio, pois ele pode clicar em links indiscrinadamente,
perdendo “o fio da leitura”.
Finalizando, a leitura na Internet tende a ser uma leitura sinestésica, pois é muito
mais envolvente que qualquer outra vivida em um texto tradicionalmente publicado.

Karl Elliot Rezende.