domingo, 10 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Projeto (E- proinfo)
ESTADO
DO MARANHÃO
SECRETARIA
DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
PORGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO CONTINUADA
EM
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
TUTOR:
DERENICE SÁ MENEZES MORAES
A
UTILIZAÇÃO DO CELULAR EM SALA DE AULA COMO FERRAMENTA PARA A CONSTRUÇÃO DO
CONHECIMENTO:
Projeto
“Curta Escola”
1 Identificação
ROSA RITA FREIRE LIRA
KÁTIA CILENE RIBEIRO CRUZ
Escola: UI RAIMUNDO LOPES
Série: 6ª e 7ª séries – 80 alunos
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Tema
/ Problemática
Utilização indevida
de celulares em sala de aula e necessidade de agregar conhecimento de forma
mais dinâmica e menos unidirecional.
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Justificativa
Comumente ouvem-se relatos de indisciplina nas
escolas de todo o país. Cada vez mais os alunos apreendem diversas tecnologias
que atrapalham sempre que são utilizadas indevidamente, como o próprio celular,
e a fim de que essa ferramenta seja vista como uma possibilidade e não como um
instrumento perturbador da aula, esse projeto faz-se mais que
necessário.
4 Objetivos
4.1.Objetivo geral:
Utilizar celulares como instrumentos de
aprendizagem
4.2.Objetivos específicos:
Demonstrar aplicação educacional do
celular;
Incentivar os alunos a melhor
utilizar o celular;
Discutir assuntos em destaques por
área de conhecimento;
Estimular o senso crítico dos
alunos;
Criar documentários seguindo a
temática definida utilizando celulares pessoais;
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Conteúdos
e Disciplinas Envolvidas
Português, Ética, História,
Educação Física, Religião.
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Materiais
e Métodos
6.1.Apresentação do desafio: Projeto Curta Escola
Será feita a
gravação, produção, direção, edição de Curtas metragens, entre 10 e 15 minutos,
pelos alunos, da 6ª e 7ª séries, para tanto, deverão se dividir em grupos, por
afinidade, cada um com uma das seguintes temáticas:
Igualdade Religiosa
Futebol x Violência
Trabalho Infantil
Racismo
Profissões
Noticias de jornais
Bullying
Cada grupo deve conter máximo de 8
membros, que devem dividir funções a serem desempenhadas, podendo haver mais de
um aluno em cada função:
Diretor Geral
Diretor de Arte
Diretor de
Filmagem
Diretor de
Roteiro
Diretor de Elenco
Elenco
6.2.
Apoio
Técnico
Será convidado um técnico de
informação para assessorar os alunos na construção do material, construção
final do Curta Escola, edição e formatação.
6.3.Tecnologias utilizadas
Celulares pessoais dos alunos,
notebooks, internet, Pacote Office, editores de vídeo e imagens.
6.4.
Cronograma
Depois de definir funções e temas,
é importante definir um calendário de apresentação de material, por sorteio,
seguindo Tabela 1.
Tabela 1. Cronograma de apresentação da semana
principal. São Luís, Maranhão, 2012.
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TEMA
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SEG
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TER
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QUA
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QUI
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SEX
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24/09
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25/09
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26/09
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27/09
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28/09
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Igualdade Religiosa
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X
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Futebol x Violência
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X
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Trabalho Infantil
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X
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Racismo
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X
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Profissões
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X
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Noticias de jornais
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X
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Bullying
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X
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Igualdade Religiosa
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X
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DEBATE
GERAL
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X
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O projeto deverá seguir o plano de
execução conforme Tabela 2.
Tabela 2. Cronograma de execução. São
Luís, Maranhão, 2012.
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ATIVIDADES
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MESES / 2012
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Mai
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Jun
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Jul
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Ago
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Set
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Pesquisa bibliográfica
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X
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Construção do projeto
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X
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Apresentação da proposta
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X
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Execução
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X
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X
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Avaliação Parcial
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X
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Apoio técnico aos alunos
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X
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Apresentações e debate
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X
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Avaliação do projeto
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X
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Avaliação
e Resultados esperados.
Espera-se idealizar com esse
projeto um novo meio de aprendizagem e politização dos alunos, e como um
simples celular pode contribuir com o acúmulo de conhecimento e informação.
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Divulgação / Socialização do Projeto
realizado (Poster, Painel, Blog,
Evento)
Os Curtas apresentados serão
anexados junto no blog da ESCOLA no Youtube,
a fim de serem socializados.
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Referencial
Teórico
Os celulares estão cada vez mais munidos de tecnologia,
contando com câmeras, que filmam e fotografam, gravadores de áudio,
calendários, comunicadores instantâneos, calculadores, permitem a criação de
projetos e ações pedagógicas que não devem ser desvalidas (MACHADO, 2008).
É possível tornar este equipamento, sendo popular e
acessível, num componente de trabalho educativo a partir da criação de projetos
que o incluam como ferramenta de pesquisa e produção (MACHADO, 2008).
As possibilidades que os celulares acendem nas
práticas educacionais ainda é um grande desafio para os professores e direção.
Com o uso do aparelho celular, algumas práticas da cultura escolar se matem
viva ou mais forte e outras passam a surgir e se incorporam às nossas
identidades (MONTEIRO, [200?]).
Estas possibilidades são
entrevistas, criação de banco de imagens, gravação de mini documentários, meio
de comunicação entre alunos e destes com os professores, envio de mensagens
sobre dúvidas e avaliações, usa de agendas para organização da vida escolar (MACHADO, 2008).
Esses aparelhos podem assumir outro papel quando
deixamos de vê-los como algo banal e passarmos a vê-lo como parte do material
escolar (Moran, 2001).
Em sala de
aula, o toque de um celular, com a variedades de músicas e demais estilos pode
atrapalhar o andamento das aulas. Assim, o exemplo começa com o professor e,
depois, deve ser acertado com os alunos, seguido dos motivos que levam a escola
a pedir a todos que deixem seus celulares desativados durante as atividades
educacionais (MONTEIRO, [200?]).
Professora Silvana Leporace, sobre
a experiência dos alunos no desenvolvimento de um documentário sobre Bullying:
“O trabalho foi bastante produtivo já que todos se
empenharam e se conscientizaram. Fiquei surpresa com alguns argumentos de
alunos que tinham opiniões muito maduras, criticando ações que já haviam visto”
(CHAMARELLI, 2009).
Assim, nota-se que uma atividade
inédita pode despertar a curiosidade dos alunos, e como eles podem nos surpreender.
REFERÊNCIAS
Alunos
desenvolvem trabalho que aborda o problema do bullying. Disponível em: http://migre.me/99SyT Acesso em: 15.05.2012.
Curta Metragem sobre violência | Escola Ariano
Suassuna / Recife – PE. Disponível
em: http://www.youtube.com/watch?v=wN8416qMOjc
Acesso em: 15.05.2012.
CHAMARELLI,
R. Produção de curta-metragem seduz
alunos indisciplinados. 2009. Disponível em: http://migre.me/99RMp.
Acesso em: 15.05.2012.
Estudantes de
Pernambuco criam vídeos documentários para refletir em sala de
aula sobre o racismo. Disponível
em: http://migre.me/99Sw1
Acesso em: 15.05.2012.
MONTEIRO, CF.
Celular na sala de aula como alternativa pedagógica no cotidiano
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Atividade 3.2 TICs
Essa atividade foi realizada fora dos muros da escola, cuja meta era identificar, desejos e necessidades de aprendizagem. Teve a participação de toda equipe de professores, pais e claro os principais envolvidos, os
ALUNOS.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Ativ. módulo II - em dupla
PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO
CONTINUADA EM TECNOLOGIA EDUCACIONAL
TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO:
ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC
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Tutora:
Derenice Sá Menezes Moraes
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Turma: 21
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Kátia Cilene Ribeiro
Rosa Rita Freire Lira
Planejando
uma atividade com hipertexto
Disciplinas desenvolvidas: língua
Portuguesa; Ética e cidadania.
Alvo: Alunos do ensino fundamental da UI
Raimundo Lopes – Maracanã
Turma: 8º ano
Título: Estudo Errado – Gabriel o
pensador
Habilidades e Competências: Ler e
interpretar a letra da música; construir uma nova letra, utilizando qualquer tipo de música; Conhecer e
utilizar a internet como meio de inserção do conhecimento; observar a diferença entre
falar e escrever.
Ação concreta: Pesquisar a música e
letra na internet; analisar a letra; cantar a música (original) em grupo; organizar-se
em grupo para construção de uma nova letra; Cantar a letra criada em outros
ritmos; Discussão com os alunos sobre a música “Estudo Errado”; pesquisar
palavras desconhecidas encontradas na
letra; diferenciar textos de hipertextos; viajar de link em link; encontrar
outras letras de musica através de hipertexto.
Recursos: computador da escola;
internet; cópias; celulares; micro system; dicionários; hipertextos.
Avaliação: produção individual ou
escrita; apresentação dos trabalhos e debates.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Estudo Errado
Gabriel Pensador
Estudo Errado - Gabriel O Pensador
Eu tô aqui Pra quê?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero vídeo-game jogar botão, e, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada
Refrão
Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltadosTá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...
Juquinha você tá falando demais assim eu vou ter que lhe deixar sem recreio!
Mas é só a verdade professora!Eu sei, mas colabora se não eu perco o meu emprego.
sábado, 31 de março de 2012
hipertexto
dialoga com outras interfaces semióticas; adiciona e acondiciona à sua superfície várias
formas de textualidade. Na leitura hipertextual, não há linearidade, o leitor tem ampla
liberdade de, a um clique, ir diretamente para a página ou local ou imagem ou som que quer
“ler”. Essa liberdade de escolha do leitor, porém, parece-me um tanto quanto idealizada,
pois quem decide o que colocar e como disponilizar através dos links são os autores dos
hipertextos. Além do mais, essa falta de linearidade na leitura do hipertexto pode perturbar
o leitor não acostumado a esse meio, pois ele pode clicar em links indiscrinadamente,
perdendo “o fio da leitura”.
Finalizando, a leitura na Internet tende a ser uma leitura sinestésica, pois é muito
mais envolvente que qualquer outra vivida em um texto tradicionalmente publicado.
Karl Elliot Rezende.
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